2015

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

EGITO

Curiosidades sobre o cotidiano das pessoas do Antigo Egito

- Piolhos eram um problema sério no Antigo Egito. Muitas pessoas, principalmente as da classe rica, resolviam o problema raspando o cabelo e usando perucas. Os meninos egípcios, até aos doze anos, tinham a cabeça raspada, com exceção apenas de um pequeno tufo deixado no centro da cabeça. A medida também visava combater a infestação de piolhos.
- No Antigo Egito, as crianças começavam a usar roupas somente a partir dos cinco anos. Devido ao clima quente e seco, as roupas dos adultos eram leves e finas. Os homens vestiam apenas saiotes e as mulheres vestidos simples ou túnicas.
 - As mulheres do Antigo Egito usufruíam de igualdade legal e econômica com os homens. Entretanto, havia restrições: embora recebessem educação, as mulheres não podiam, por exemplo, ser escribas, entre outras profissões que lhes eram vetadas. Uma mulher podia ser faraó, emborra fosse extremamente raro.
- Tanto as mulheres como os homens egípcios usavam maquiagem. A pintura dos olhos era verde ( com tinta feita de cobre ) ou preta ( com tinta feita de chumbo ). Os egípcios acreditavam que a maquiagem tinha poder de cura e originalmente, era usada como proteção contra o sol, não como adorno.
 - Soldados do Antigo Egito, às vezes eram usados como um tipo de polícia interna. Além disso, também coletavam impostos para o faraó.
- Embora o uso de antibióticos só tenha começado no século XX, as pessoas tem usado alimentos mofados para tratar infecções desde os primórdios da humanidade. No Antigo Egito, por exemplo, as infecções eram tratadas com pão mofado.
- Os antigos egípcios acreditavam que a terra era plana e redonda, ( semelhante a uma pizza ) e que o Nilo, fluía desde o centro do mundo.

Curiosidades sobre os faraós do Antigo Egito

- Um faraó nunca deixava seu cabelo ser visto. Ele sempre usava uma coroa ou um toucado chamadonemes. O nemes mais famoso talvez seja o que está representado na máscara mortuária de Tutancâmon, mostrada na figura acima.
- O faraó Pepi II, para impedir que as moscas pousassem nele, mantinha sempre por perto escravos nus, cujos corpos eram besuntados com mel.
- Oficialmente, o  faraó era o responsável pelos serviços sacerdotais em todos os templos do Antigo Egito, porém, outorgava esse privilégio aos sacerdotes.
- Em 1976, a múmia do Faraó Ramsés II precisou ser levada a Paris, onde foi tratada contra uma infestação de fungos. Nessa ocasião, foi providenciado um passaporte para a múmia em que constava sua ocupação: "Rei falecido".
Ramsés II, teve oito esposas oficiais e cerca de 100 concubinas. Ele morreu aos 90 anos de idade, no ano 1212 antes de Cristo.
- De acordo com a mitologia egípcia, o próprio corpo do faraó era divino, já que o seu sangue teria origem no seu antepassado mítico, o deus Hórus.
- O último dos faraós foi Cesarião (Ptolomeu XV), filho de César e Cleópatra VII, pertencente à Dinastia Lágida.

Curiosidades sobre múmias e monumentos do Antigo Egito

- Ao contrário das crenças populares, descobertas arqueológicas comprovam que os construtores da pirâmides eram trabalhadores assalariados, não escravos.
- A Pirâmide de Djoser, considerada a primeira pirâmide a ser erguida no Egito, construída em torno de 2600 anos antes de Cristo, era originalmente cercada por uma parede com cerca de 12 metros de altura, com 15 portas, porém somente uma podia ser aberta.
- Não se sabe ao certo o que, ou quem destruiu o nariz da Esfinge de Gizé, nem qual foi o paradeiro do mesmo. Embora Napoleão tenha levado a culpa de ter decepado a estátua, desenhos feitos em 1737, 60 anos antes do francês ter chegado ao Egito, já ilustravam a esfinge sem o nariz. O único acusado formalmente foi Muhammad Sa'im al-Dahr, um fanático sufi, que em 1378, foi linchado pelo vandalismo.
- Quando um corpo era mumificado, o cérebro era removido por uma das narinas. As vísceras eram retiradas por um corte do lado esquerdo do abdômen. Pulmões, intestinos, estômago e fígado iam para vasos especiais, cada um desses órgãos tinha um vaso específico. O resto, incluindo o cérebro, era jogado no Nilo. O único órgão que permanecia no corpo era o coração, pois os antigos egípcios o consideravam a sede da alma.
- Cerca de 2,3 milhões de blocos de blocos de pedra foram usados na construção da pirâmide de Quéops. Cada bloco pesava em média 2,5 toneladas, mas isso variava: o tamanho diminuía de acordo com a altura, e em lugares específicos, como a câmara do rei, havia pedras gigantes, cujo peso é estimado em até 80 toneladas. Depois de cortados nas pedreiras, os blocos eram lixados e catalogados: escrevia-se o nome do faraó e o do grupo de trabalhadores responsáveis.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Pirâmides do Egito

As pirâmides são edificações grandiosas arquitetadas em pedra, sua sustenção é retangular e possui quatro lados triangulares que afluem em direção ao seu ponto mais alto.
Existe a crença de que as pirâmides do Egito Antigo seriam monumentos funerários, apesar de alguns profissionais especializados defenderem a idéia de que se tratava de sepulcros suntuosos também utilizados como lugar de adoração a Deus.
As pirâmides foram estruturadas há aproximadamente 2700 anos, do princípio do antigo reinado até o próximo do período ptolomaico - referente à família macedônica que reinou no Egito, da morte de Alexandre o Grande, em 323 a.C., até o país virar província romana.
Tinha por obrigação acolher e resguardar o corpo do faraó mumificado e seus objetos de uso pessoal – jóias, utensílios de uso pessoal e outros bens materiais – da pilhagem dos túmulos.
As construções eram muito resistentes, vigiadas e o acesso era bastante dificultoso, tanto que os egípcios, para preservarem os segredos internos destas, davam cabo da vida dos engenheiros que as haviam edificado. Todos os meios possíveis eram usados para se evitar o acesso ao corpo mumificado do faraó e aos seus pertences.
Há conhecimento da existência de cem pirâmides no Egito, sendo a mais célebre a de Queóps – nome dado em homenagem ao mais rico dos faraós do Egito antigo -, a única das sete maravilhas antigas que resiste ao tempo.
Pirâmide de Queóps foi construída por volta de 2.550. A experiência foi passada de geração para geração - Quéfren, filho de Queóps, e Miquerinos, seu neto, concluíram as três pirâmides de Gizé.
Para se colocar em pé as três pirâmides, calcula-se que cerca de 30 mil egípcios trabalharam durante 20 anos, e a cada três meses havia uma troca de homens. Uma grande parte trabalhava no corte e transporte de blocos de pedras. Porém, não havia somente trabalhadores braçais, mas também arquitetos, médicos, padeiros e cervejeiros, pois se acredita que os homens que ali trabalhavam eram pagos com cerveja e alimentos, apesar das várias polêmicas existentes.
http://www.infoescola.com/historia/piramides-do-egito/

Curiosidades do Egito antigo

- Os velhos eram muito respeitados no Egito Antigo, pois eles valorizavam muito o conhecimento acumulado com o passar dos anos.

- No Egito Antigo, as crianças começavam a usar roupas a partir dos cinco anos de idade. Os meninos usavam uma tanga e um cinto, enquanto as meninas usavam um vestido.

- No dia do casamento, os noivos costumavam levar alimentos nos templos como oferenda aos deuses. Faziam isso para pedir benção ao casamento.

- Somente os templos e túmulos eram feitos de pedra. As outras construções eram feitas de tijolos de barro misturados com palha picada.

- As camadas mais populares da sociedade egípcia tinham como base da alimentação o pão, o peixe e uma espécie de cerveja. Já os mais ricos comiam carne de ganso, carne de vaca, vegetais, peixes, frutas e bolos. O vinho era uma bebida cara e também era consumida apenas por aqueles que tinham melhores condições sociais.

- Grande parte das roupas no Egito Antigo era feita de linho.

- As mulheres egípcias mais ricas faziam maquiagem usando pó de minerais colorido misturados com óleos vegetais. Usavam também, para ficarem mais bonitas, joias feitas de ouro e pedras preciosas.

- As meninos das famílias mais ricas iam para a escola, onde tinham aula com sacerdotes e sábios. As meninas só podiam ir para a escola a partir dos doze anos de idade. As crianças usavam pranchas de gesso e lascas de pedra para escreverem. A escola era muito rigorosa e os castigos físicos eram usados em caso de erros.

- Os filhos de famílias mais pobres (exceto de escravos) aprendiam a profissão do pai em casa ou no local de trabalho. Estas famílias não tinham condições de manterem os filhos numa escola.

- Os sarcófagos dos faráos eram feitos de ouro com adornos de pedras preciosas. Quanto mais poderoso e rico o faraó, mais luxuoso era seu sarcófago.

- O faraó começava o dia fazendo oração para os deuses, pedia proteção e força para resolver as questões da administração do Egito.

- No Egito Antigo havia o divórcio. As mulheres podiam ficar com os filhos e também com parte dos bens do casal. Elas podiam também se casarem novamente.

- As doenças pulmonares eram muito comuns do Egito Antigo. As pessoas costumam inalar muito pó de areia durante as tempestades de areia, o que comprometia, com o tempo, o funcionamento dos pulmões.

- O faráo Aquenáton (Amenófis IV), que governou o Egito Antigo entre 1353-1336 a. C., tentou instituir o monoteísmo. Este faráo tinha por objetivo tirar o poder dos sacerdotes, insitituindo o culto a um deus único: Aton. Como ele seria o único representante deste deus na Terra, concentraria também todo poder. Porém, a tentativa não foi para frente, sendo abandonada pelos governantes seguintes.

- Os egípcios eram muito supersticiosos e acreditavam que os sonhos sempre significavam algo. Se alguém sonhasse com a queda dos próprios dentes, isso significava que alguém da família poderia morrer.  

http://m.suapesquisa.com/egito/curiosidades.htm

História da neith

Neith (Nit, Net, Neit, ou ainda Tenehut) era uma antiga deusa egípcia da guerra e da tecelagem. Era a deusa padroeira da Coroa Vermelha do Baixo Egito e da cidade de Saís, capital do Antigo Egito durante a XXIV dinastia. De acordo com a cosmologia de Esna, Neith foi a criadora do mundo e mãe do sol, o deus Ra. Isto a torna mãe de todos os deuses e a conecta com Nun(membro da Ogdóade de Hermópolis que personificava as águas primevas do caos, a partir da qual Ra emergiu no início dos tempos). No entanto, ela também era creditada como a criadora de Apep, a grande serpente e inimigo jurado de Ra, que nasceu após a saliva de Neith cair sobre as águas de Nun. 
Neith era uma divindade poderosa e popular, a quem os outros deuses aparentemente consultavam quando não conseguiam resolver uma disputa. Por exemplo, de acordo com o mito foi Neith quem decidiu que Hórus seria o rei do Alto e do Baixo Egito em vez de Seth. Em compensação, ela entrega a Seth o domínio sobre os desertos e abençoou seu casamento com duas deusas estrangeiras (Anat Astarte). 
Características
Neith era normalmente descrita como uma mulher vestindo a coroa vermelha do Baixo Egito, e empunhando um arco e duas flechas. Era ocasionalmente descrita como uma vaca, em conexão com o seu papel como mãe de Ra (ligando-a com Hathor,Hesat Bat). Seu nome conecta-a com a coroa do Baixo Egito, que era conhecido como "nt". No entanto, seu nome também está ligado à palavra para tecer ('ntt') e uma das palavras utilizadas para a água ("nt"). Quando ela é referida como a criadora do mundo, seu nome é escrito usando o hieróglifo de um falo ejaculando, o que indica que ela foi considerada uma divindade andrógina.

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mitos.blogspot.com/2014/09/neith.html?m%3D1&ei=-YSmQkDi&lc=pt-BR&s=1&m=769&host=www.google.com.br&ts=1461887965&sig=APY536wPEZaO1s7weOb4Of2U8-NMVk9a8g
Crescente fértil é o nome dado a uma região do Oriente Médio, historicamente habitada por diversos povos e civilizações desde os mais primitivos estágios de evolução do homem moderno. Seu nome deriva precisamente do fato dessa região, em forma de lua crescente, ser extremamente propícia à agricultura, literalmente "rasgando" áreas desérticas completamente inóspitas, impróprias para povoamento constante e estável.
Tal condição vantajosa à ocupação humana advém do fato dessa região acompanhar o curso dos riosTigre e Eufrates, (que nascem entre as montanhas Taurus, localizadas na atual Turquia) permitindo assim o pleno acesso a água potável, que também serve para a irrigação das lavouras locais, bem como para criação de gado.
O Crescente abrange as áreas da Mesopotâmia e do Levante (os territórios ou partes dos territórios de Palestina, Israel, JordâniaLíbanoSíria e Chipre), delimitado ao sul pelo deserto da Síria e ao norte o Planalto da Anatólia.
A região é frequentemente denominada o "berço da civilização", por ser ali o local de nascimento e desenvolvimento de vários povos, que atestadamente, antes de quaisquer outros em outras regiões do planeta, iniciaram o processo de desenvolvimento civilizatório como até hoje o reconhecemos, como por exemplo, através do estabelecimento em um determinado local em detrimento do nomadismo, o desenvolvimento de cidades, da agricultura, da roda, da escrita, de diversas ferramentas, além do desenvolvimento do comércio, isso tudo já existente por volta de 8000 anos atrás naquela mesma área.
Apesar da primazia da região, e de sua antiguidade com relação à ocupação humana, o termo "Crescente Fértil" é de criação bastante recente, tendo sido utilizado pela primeira vez pelo arqueólogo James Henry Breasted, na sua obra "Ancient Records of Egypt", de 1906. Tendo sido considerada bastante feliz tal expressão, esta passou então a ser de comum uso dentre os mais diversos estudiosos.
Além de área estratégica de passagem entre a África e a Eurásia, o Crescente Fértil também abriga uma rica biodiversidade. As mudanças durante as eras glaciais contribuíram para o constante surgimento e extinção de várias espécies animais e vegetais locais.
Obviamente, torna-se indispensável mencionar o rico legado arqueológico contido no Crescente Fértil, pela sua imediata ocupação, datada mesmo antes do surgimento do homem moderno, habitante de cidades, cultivador e criador de gado. Vestígios de culturas pré-modernas (homens pré-históricos, caçadores/coletores) bem como das primeiras culturas modernas estão por toda parte do denominado Crescente Fértil.
Os estados que atualmente possuem terras localizadas no Crescente Fértil são: Iraque, Jordânia, Líbano, Síria, Egito, Israel e Palestina, além da parte sul da Turquia e da área mais ocidental do território do Irã.

http://www.infoescola.com/geografia/crescente-fertil/
Hieróglifo pode ser definido como uma escrita sagrada, e era dominada apenas por pessoas que tinham o poder sobre a população, como: sacerdotes, membros da realeza e escribas. Somente esses tinham o conhecimento de ler e escrever essa escrita sagrada.
Hieróglifo é provavelmente a escrita organizada mais antiga do mundo, e era basicamente usada para marcações em túmulos e templos. Como todo o mundo, a escrita hieroglífica também evoluiu para formas mais simplificadas, as formas de evolução da escrita hieroglífica são:
Hierático: as mesmas bases dos hieróglifos, só que se podiam escrever (pintar) em papiros ou até mesmo em placas de barros.
Demótico: nessa evolução os hieróglifos começaram a ficar mais bonitos aparentemente, isso foi possível com a adaptação de sinais gregos aos hieróglifos.
O maior uso dessa forma de escrita aconteceu com o povo egípcio, que usou a escrita hieroglífica durante um período de 3500 anos para escrever sua língua. Durante todo esse tempo em que foi utilizado, os hieróglifos continham cerca 6900 sinais (que seriam o alfabeto hoje em dia), e essa quantidade de sinais foi o que fez este tipo de escrita desaparecer, pois se torna quase impossível decifrar tantos códigos. Um dos textos escritos em hieróglifos foi a Pedra de Roseta.
Pedra da Roseta: foi um texto escrito em um bloco de granito, esse texto só foi aparecer no ano de 1799, foi uma descoberta da tripulação de Napoleão Bonaparte. Se hoje podemos entender um pouco melhor os hieróglifos foi graças a esse texto, que foi decifrado em 1822 por um estudioso da língua grega. Hoje em dia essa pedra se encontra em Londres em um museu, e isso só pode ocorrer graças o Tratado da Capitulação.
O desaparecimento dos hieróglifos acorreu, pois ocorreu uma mistura muito intensa na civilização egípcia que mudou completamente a língua e a escrita local. O cristianismo meio que indiretamente também foi o responsável para que a escrita hieroglífica se perdesse com o tempo, pois ao negou a religião politeísta, tudo que para a igreja católica tinha alguma relação com os deuses antigos era considerado infiel, com isso não poderia mais adorar.
Os últimos homens que se tem noticias que utilizaram este tipo de escrita foram alguns sacerdotes egípcios da era cristã.
Com o passar do tempo o estudo da linguagem dos Egípcios evoluiu muito, com isso foi possível um melhor entendimento da gramática hieroglífica e do seu sistema verbal.
Na atualidade a linguagem e escrita hieroglífica podem ser consideradas como uma escrita morta, mas em algumas situações pode ainda ser encontradas em alguns artesanatos.

http://www.infoescola.com/civilizacao-egipcia/hieroglifo/

Mumificação


De acordo com a religião egípcia, a alma da pessoa necessitava de um corpo para a vida após a morte. Portanto, devia-se preservar este corpo para que ele recebesse de forma adequada a alma. Preocupados com esta questão, os egípcios desenvolveram um complexo sistema de mumificação.

O processo de mumificação


O processo era realizado por especialistas em mumificação e seguia as seguintes etapas:


1º - O cadáver era aberto na região do abdômen e retirava-se as víceras (fígado, coração, rins, intestinos, estômago, etc. O coração e outros órgãos eram colocados em recipientes a parte. O cérebro também era extraído. Para tanto, aplicava-se uma espécie de ácido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. Após o derretimento, retirava-se pelos mesmos orifícios os pedaços de cérebro com uma espátula de metal.


2º - O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias.


3º - Após desidratado, enchia-se o corpo com serragem. Aplicava-se também alguns “perfumes” e outras substâncias para conservar o corpo. Textos sagrados eram colocados dentro do corpo.


4º - O corpo era envolvido em faixas de linho branco, sendo que amuletos eram colocados entre estas faixas. 

Após a múmia estar finalizada, era colocada dentro de um sarcófago, que seria levado à pirâmide para ser protegido e conservado. O processo era tão eficiente que, muitas múmias, ficaram bem preservadas até os dias de hoje. Elas servem como importantes fontes de estudos para egiptólogos. Com o avanço dos testes químicos, hoje é possível identificar a causa da morte de faraós, doenças contraídas e, em muitos casos, até o que eles comiam. 


Graças ao processo de mumificação, os egípcios avançaram muito em algumas áreas científicas. Ao abrir os corpos, aprenderam muito sobre a anatomia humana. Em busca de substâncias para conservar os corpos, descobriram a ação de vários elementos químicos.


Curiosidades: 


- Para transformar um corpo em múmia era muito caro naquela época. Portanto, apenas os faraós e sacerdotes eram mumificados.

- Alguns animais como, por exemplo, cães e gatos também foram mumificados no Egito Antigo.

http://m.suapesquisa.com/egito/mumias_do_egito.htm

Maria Eduarda n24